Nesta segunda (2), 60 membros do Gaeco e GT Cibernéticos reuniram-se on-line com Google e Microsoft para agilizar pedidos de dados criminais. O coordenador Fábio Nóbrega afirmou que a ação inicia diálogos com big techs, como Uber, iFood, Mercado Livre e Airbnb, para otimizar o trabalho.
Para evitar falhas técnicas que geraram diversas recusas da Microsoft em 2024, as empresas detalharam suas regras. O Google explicou que pedidos governamentais passam por análise do jurídico e da equipe responsável por dados (LIS), garantindo o cumprimento da lei e transparência.
A comunicação exige portais oficiais (Lers e Microsoft). Dados cadastrais básicos dispensam ordem judicial via leis de Lavagem de Dinheiro ou Crime Organizado, mas IPs e autenticações a exigem. Risco à vida, como terrorismo e sequestro, tem canais de emergência para entrega voluntária.

