Terremoto que atingiu região de Fukushima provoca abalo 10 anos depois no Japão

_________

A Agência Meteorológica do Japão afirmou que considera o terremoto de sábado (13) na costa leste do país como um abalo secundário do terremoto mortal de magnitude 9,0 que atingiu a mesma área há quase 10 anos.

--------------- PUBLICIDADE ---------------

-------------------CCEV-------------------

O terremoto de 11 de março de 2011 causou o pior desastre nuclear do país. Três reatores da usina nuclear de Daiichi, em Fukushima, derreteram, liberando materiais radioativos no ar e forçando mais de 100 mil pessoas a evacuarem a região.

Mais de 20 mil pessoas morreram ou desapareceram no terremoto e tsunami. Centenas de milhares perderam suas casas.
O primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, assegurou ao povo que, depois do terremoto de sábado, “nenhuma anormalidade” foi relatada nas usinas nucleares da região.

Falando a repórteres de seu escritório na manhã de domingo (14, no horário local), Suga disse que, embora os danos ainda estejam sendo avaliados, vítimas graves não foram registradas. No entanto, ele pediu aos residentes da área afetada que ficassem em casa e se preparassem para mais tremores secundários.

O epicentro do terremoto de magnitude 7,1 no sábado, que ocorreu às 23h07, horário local (11h da manhã no Brasil), foi localizado a 74 quilômetros a nordeste de Namie, uma cidade costeira a quase 100 quilômetros de Fukushima, de acordo com a Pesquisa Geológica dos Estados Unidos.

A profundidade do terremoto foi de cerca de 60 quilômetros. Pelo menos 12 feridos foram relatados nas prefeituras de Fukushima e Miyagi, de acordo com a emissora NHK. Nenhum alerta de tsunami foi emitido para o terremoto de sábado.

Cerca de 830 mil famílias na região de Kanto, que inclui a grande Tóquio, e de 90 mil famílias na de Tohoku ficaram sem energia após o terremoto de sábado, disse o secretário-chefe do gabinete do Japão, Katsunobu Kato.

📸 Reuters

--------------- PUBLICIDADE ---------------

-------------------CCEV-------------------

Fonte: CNN Brasil

Comentarios

Comente