Nutricionista aponta cuidados para alimentação segura fora de casa

Com a retomada das atividades presenciais em algumas empresas, após meses de isolamento social mais rígido em razão da pandemia do novo coronavírus, é normal que muitas pessoas retornem, aos poucos, às suas rotinas tradicionais.

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Como consequência, muitas optam por almoçar fora de casa durante o expediente do trabalho. A nutricionista do Departamento de Saúde e Assistência Social da Assembleia Legislativa (DSAS), Mariana Theóphilo, alerta para os cuidados em relação a esta opção.

“Alguns aspectos devem ser observados. Esses estabelecimentos que servem refeições devem, obrigatoriamente, contar com balcões de distribuição térmicos, sendo que um deles deve dispor de alimentos servidos quentes e o outro os frios”, aponta a especialista.

Ainda segundo ela, muitos restaurantes servem as saladas e vegetais em temperatura ambiente, o que não é permitido. De acordo com a nutricionista, o ideal é que essa categoria de alimento seja sempre colocada em balcões refrigerados, que também podem dispor de frutas, laticínios, queijos e sobremesas, com temperatura de no máximo 10 graus Celsius.

No caso do balcão que serve os alimentos quentes, como proteínas, guarnições e acompanhamento, Mariana Theóphilo considera que a temperatura ideal seria entre 60 e 100 graus Celsius. Ela alerta ainda sobre a importância de observar por quanto tempo o alimento está ali disposto.

“De nada adianta uma temperatura adequada se o tempo de exposição for prolongado. Até duas horas, aquele alimento tem um certo nível de segurança. Mais que isso, não podemos garantir um consumo seguro para o indivíduo”, avalia a nutricionista.

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Mariana Theóphilo observa também que é necessário estar atento às condições de higiene e saúde dos manipuladores de alimentos, que devem utilizar equipamentos de proteção individual, sapatos fechados e roupas claras.

“Em caso de dúvida quanto à higiene do estabelecimento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite que os consumidores façam visitas esporádicas nas áreas de manipulação de alimentos”, pontua.

RG/AT/com Comunicação Interna

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