Bretas autoriza Temer a integrar missão ao Líbano

O juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, decidiu nesta segunda-feira (10) autorizar a viagem do ex-presidente Michel Temer (MDB) ao Líbano.

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Mais cedo, Temer foi nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para chefiar missão humanitária do Brasil ao país, em grave crise após a explosão no porto de Beirute, que deixou ao menos 163 mortos, 5 mil feridos e 300 mil desabrigados.

Na condição de investigado em processos da Lava Jato fluminense, Temer necessitava da autorização de Bretas para que pudesse deixar o país. A escolha do ex-presidente para a missão foi atribuída ao fato de Michel Temer ser filho de libaneses e ter relações com o país.

Mais cedo, em entrevista à CNN, o ex-presidente afirmou que a comitiva também buscará a pacificação política do país. A tragédia em Beirute agravou uma crise política e econômica que o Líbano já vivia. Após um final de semana de protestos, o primeiro-ministro Hassan Diab renunciou ao cargo.

Além de Michel Temer, a comitiva do Brasil para o Líbano vai contar com Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Luiz Osvaldo Pastore (MDB-ES) e representantes militares e diplomáticos.

A criação da missão foi oficializada por meio de decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União. O grupo viaja na quarta-feira (12) e o retorno está previsto para o próximo sábado (15).

(Com informações de Gabriela Coelho, da CNN, em Brasília).

Foto: CNN Brasil

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Fonte: CNN Brasil

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