Fechamento de serviços essenciais no Ceará é mentira, afirma Camilo

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O endurecimento prometido pelo governador Camilo Santana para as regras de isolamento social gerou boatos e fake news sobre a interrupção de negócios considerados essenciais pela população e o chefe de Executivo desmitiu as afirmações nas redes sociais no fim da noite do domingo. As medidas já empregadas pelo Governo do Estado visam diminuir a contaminação pelo novo coronavírus no Ceará.

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“Algumas pessoas estão espalhando fake news dizendo que serviços essenciais serão fechados no Ceará. MENTIRA. Nenhum decreto do estado prevê qualquer fechamento desses serviços, como supermercados, farmácias, postos (de gasolina), padarias, etc. São pessoas querendo provocar pânico na população”, escreveu o governador no Twitter.
Desde o primeiro decreto, em 19 de março, no qual algumas empresas tiveram que ter a atividade interrompida, os serviços essenciais foram mantidos pelo Governo do Estado. Nas demais renovações, mesmo quando algum rigor foi empregado, serviços como os citados pelo governador não sofreram qualquer alteração.

Regras mais rígidas

Na última sexta-feira, o governador do Estado alertou a população sobre as fake news disseminadas em grupos de WhatsApp e informou da criação de um serviço de checagem pelo Governo do Estado para combater os boatos.

Juntamente com o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, Camilo manifestou preocupação com o elevado número de contaminação e mortes pela Covid-19 e afirmou que o decreto de isolamento que deixa de vigorar a partir deste terça-feira (5) será prorrogado com regras mais duras.

Ao convocar uma coletiva, havia a expectativa que o novo anúncio fosse feito com a determinação de um lockdown no Estado, a exemplo do que acontece em São Luiz, onde todas os estabelecimentos foram fechados temporariamente e as pessoas direcionadas para suas casas, inclusive com a presença de policias nas ruas.

No entanto, Camilo afirmou que as normas do novo decreto só seriam divulgadas após análise de informações pelo comitê que estuda a crise deflagrada pelo novo coronavírus. As reuniões aconteceram ao longo do fim de semana.

FOTO: REPRODUÇÃO FACEBOOK

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Fonte: Diário do Nordeste

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