Corpos carbonizados encontrados em estrada no Ceará são de tio e sobrinha, confirma Perícia

Os corpos que foram encontrados carbonizados dentro de um carro, na cidade de Paracuru, no litoral oeste do Ceará, são de Jorge Luiz Farias Lopes, 52, e Thaís Amaral de Oliveira Lopes, 23. As identificações de tio e sobrinha foram confirmadas após realização de exame de DNA pela Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce). 

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Os dois foram encontrados mortos no dia 15 de dezembro de 2019, em uma estrada carroçável, nas margens de uma rodovia cearense. Quase um mês depois, o crime ainda está cercado de dúvidas. 

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De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a Delegacia Municipal de Paracuru continua investigando as circunstâncias das duas mortes. Conforme o órgão, não há informações sobre suspeitos presos ou identificados. Dias após o crime, a Secretaria informou que foram recolhidos objetos na estrada onde o veículo foi localizado. 

O caseiro do sítio da família e a esposa de Jorge Luiz já foram ouvidos pelos investigadores. Uma fonte ligada à investigação informou ao G1 que uma das linhas de investigação adotada pelas autoridades é que o tio teria cometido homicídio seguido de suicídio. Próximo ao automóvel, foram encontradas cápsulas, que indicavam a ocorrência de tiros. 

Horas antes do crime, na noite do sábado 14 de dezembro, Jorge chegou a dizer à esposa, por mensagem, que o carro dele havia tido um problema no Bairro Parangaba, em Fortaleza. Em um dos trechos da conversa, ele disse que estava indo para um evento e depois entraria em contato, porque a bateria do celular estaria no fim.

No entanto, uma das câmeras do Sistema Policial Indicativo de Abordagem (Spia), da SSPDS, já havia flagrado o veículo trafegando pelo Município de São Gonçalo do Amarante, distante quase 60Km do bairro Parangaba. 

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O G1 questionou a SSPDS sobre o resultado do laudo que teve como focos os restos mortais dos corpos com a intenção de descobrir qual foi a origem do incêndio e se houve a identificação de outras pessoas no carro. Contudo, não houve resposta até a publicação desta reportagem.                  (G1 CE)

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