Advogada juazeirense é aclamada na Universidade de Coimbra, em Portugal

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A advogada juazeirense Rafella Dias Gonçalves, que há cerca de 2 anos iniciou seus estudos na Universidade de Coimbra, em Portugal, através do Mestrado em Direito Constitucional, com linha de pesquisa em direito à saúde e acesso a medicamentos, defendeu sua dissertação defendendo a judicialização da saúde e prazos de validade sobre patentes farmacêuticas, sendo aclamada pela sua banca, numa das mais renomadas universidades do mundo.

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Com o trabalho intitulado “Direito a Saúde e Acesso a Medicamentos e implicações resultantes da judicialização da saúde e prazo de validade de patentes farmacêuticas no Brasil”, Rafaella conseguiu o feito ter sua pesquisa reconhecida por profissionais de alto nível, além de contribuir para o processo de efetivação do acesso a saúde no Brasil.
Em entrevista ao Badalo, a advogada ressaltou um momento sensível em sua apresentação:

“Hoje é um dia que estou sensivelmente emocionada, não somente por estar encerrando um ciclo de muito conhecimento e desafios pessoais, mas por estar fora do Brasil, defendendo a efetividade a um direito reconhecido em nossa Constituição (direito social à saúde) nesse momento delicado e de temor a Democracia com o atual cenário político brasileiro.”

Sendo aprovada, aclamada pela banca composta pelos professores Fernando Licínio Lopes Martins (presidente), Jónatas Eduardo Mendes Machado (orientador) e Miguel Maria Tavares Festas Gorjão-Henriques da Cunha, Rafaella defendeu sua tese no último dia 19 de outubro, na cidade portuguesa que abriga um dos maiores centros universitários europeus. Ela nos conta também que, enquanto esteve na Europa, foi investigadora e pesquisadora em Direito Civil nas cidades de Salamanca e Sevilla na Espanha.

Questionada se retornaria ao Cariri depois do feito, a advogada e recém mestra em Direito Constitucional revela “minha família é daí! minha raiz é aí e estou voltando da Europa direto pra Juazeiro agora”. Ela diz que durante os anos em que esteve morando em Fortaleza, desde sua graduação e durante os 7 anos de atuação como advogada, manteve parcerias diretas com o Cariri antes de ir rumo as terras lusitanas. “Estou voltando direto pro meu Cariri”, afirma ela.

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(Site Badalo)

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