“Flanelinhas” cobram ilegalmente por estacionamento em Juazeiro

Entra ano e sai ano, entra e sai prefeito, troca e destroca comando do Demutran e Policia, mas os condutores de veículos não conseguem se livrar do assédio de flanelinhas no centro da cidade, próximo ao shopping e grande área do pirajá.

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Por que essa turma da flanela continua nas ruas, agindo sempre da mesma forma há anos? mesmo em locais de vasto movimento policial e de órgãos de transito, eles não são importunados.

Atualmente as maiores vitimas são os motoqueiros, principalmente mulheres, que eles exigem que as mesmas paguem pelo estacionamento publico. Há relatos que eles querem proibir que trabalhadores da área estacionem as motos, porque vão deixar o veiculo o dia inteiro naquele local, ocupando assim uma vaga que deve ser rotativa.

Em meados de 2013 denunciamos aqui sobre alguns flanelinhas que agiam na área da praça Padre Cícero (Foto), se utilizando de lixo para guardar vagas, que posteriormente eles cobrariam pelo uso das mesmas.

Não mudou muito em 2018, agora com a reforma da praça muitos deles estão em áreas um pouco distantes, assediando os motoqueiros e coibindo os mesmos a pagar pelo estacionamento, alegando que se não pagarem não se responsabilizam pelo veiculo, deixando a entender como uma forma de ameaça.

Eu tenho medo todos os dias, quando saio do trabalho para pegar a minha moto, chego a pedir dinheiro emprestado para não ter de ouvir desaforo deles, mas não é todo dia que terei o dinheiro para pagar. (relata uma seguidora do CCEV)

Há quem diga que gosta dos serviços prestados por eles, que sempre dão um jeito de arrumar a vaga, que cuidam bem dos veículos e tratam bem os motoristas.

Diante de reclamações e elogios eles continuam nos locais de estacionamento publico da cidade, sem fiscalização ou regularização do serviço por eles prestado.

O flanelinha pode cobrar pela vaga?

Não! O cidadão que estacionar o carro em local público não está obrigado a pagar a quem quer que seja, tendo portanto, o direito de aceitar ou não a atividade oferecida, pagando ao guardador se quiser. Se o “flanelinha” se impuser a essa recusa, constrangendo ou ameaçando, utilizando-se até mesmo de violência contra o carro do proprietário, poderá responder criminalmente por isso.

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Leonardo Silva / Agencia CCEV

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